sábado, 11 de dezembro de 2010

Sem Palavras

Após um título, muitas das vezes não se tem o que falar apenas expressar, ou até mesmo dizer o que está sentindo.

Parabéns Fluminense!

Toda a trajetória começou em 2009, abalado o Fluminense seguia para seu ano pós final de libertadores, onde a equipe e seus torcedores ainda sofriam com a perda.
Investimento em jogadores medianos, e o fim daquele time vice campeão não dava grandes esperanças a torcida do Fluminense, que em mais um carioca viu seu rival Flamengo erguer a taça.

Começa o sofrimento, que para muitos já existia antes mesmo do começo da temporada, o Fluminense só perdia, era pisado, massacrado, e sim muitas das vezes era vaiado. O futuro que era reservado ao tricolor para muitos era o da decadência, onde a equipe desceria para série B, sendo assim um dejavu dos anos nefastos anteriores.

Pelas laranjeiras passaram aqueles que um dia já resolveram, até chegar a aquele que em outro momento não teve sua devida oportunidade. Aquele time rebaixado meses antes do fim do campeonato se mostrava outro, se mostrava um time empenhado, impulsionado por aqueles jogadores, que até hoje são chamados de guerreiros.

Muitos devem se perguntar o que isso tem a ver com o título de 2010, bom logo os digo que os guerreiros são os mesmos, o que mudou foi o empenho, e além de tudo a vontade de ser campeão.

Por onde vou ouço que o Fluminense não seria nada sem sua torcida, para os mesmos que dizem isso eu os respondo que a torcida não seria nada sem o Fluminense.

Devemos curtir a glória, viver dela, porém já ir planejando as futuras que devem vir, para que mais a frente esta que acabamos de viver seja apenas mais uma, bem comemorada por sinal, ou até com um sentimento sem igual, porém será apenas mais uma.

Antes de finalizar, eu gostaria de agradecer ao meu ídolo DÁRIO LEONARDO CONCA, que sem ele não seriamos nada, não teríamos nada este ano, pois sua garra e seu empenho fazem dele o mais novo ídolo tricolor.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Fidalguia

Na festa do Brasileirão de 2010, o presidente do Corinthians - Andres Sanchez - demonstrou que não sabe perder, assim como parte da torcida do Flu que estava no Municipal demonstrou não saber ganhar.

A deselegante e injustificável provocação do presidente do corinthians foi uma reação à falta de educação de parte da torcida durante o evento.

Afinal, é ou não é falta de educação vaiar os jogadores adversários ao terem seus nomes anunciados por estar concorrendo, merecidamente, a melhores do campeonato em suas posições? Eles estão ali, acompanhados de familiares, mereciam as indicações e mesmo assim foram vaiados e hostilizados.

Sinceramente, esse tipo de postura não combina com a FIDALGUIA tricolor. Não precisam bater palmas. Mas… vaiar?! Ontem os nossos torcedores fizeram o mesmo que fizeram os do flamengo no ano passado, e o que fariam os do vasco e botafogo, e também os do corinthians se a festa fosse em São Paulo.

E isso é lamentável. Imaginem se fôssemos nós os vice-campeões e víssemos o conca sendo vaiado e xingado por um auditório paulista ao receber os prêmios que mereceu receber?

Na cerimônia do em que o Thiago Silva ganhou o prêmio de craque da galera, houve todo respeito ao profissional que ele é, mas sem vaias aos pais de família que estavam ali igualmente sendo homenageados. Mesma atitude para o Conca em 2009.

Chorei copiosamente em vários jogos, sofri e fiquei aliviado tanto quanto qualquer outro tricolor quando terminou. Mas sempre gosto de respeitar os adversários, mesmo quando a recíproca não for verdadeira. Somos maiores do que isso. Somos maiores do que as provocações que ignoram fatos históricos. Quem vocês acham que é o Pioneiro no futebol carioca e Brasileiro?

Fico feliz e comemoro a vitória merecida do meu time. Não é preciso diminuir os rivais para se sentir maior. Você é grande pelas próprias conquistas e não pelo fracasso dos outros.

Sejamos, mais uma vez, diferentes dos demais por sabermos ganhar com um nível e educação que os outros ainda não alcançaram.

O Fluminense não ficou ainda maior quando o corinthians perdeu. Se agigantou por causa da NOSSA VITÓRIA e não por conta da derrota deles.

Vamos exaltar nossos méritos, nosso merecido título, que ganhamos apesar da CBF, da arbitragem, da perda do maraca, enfim, apesar de tudo e de todos. Mas não vamos descer ao nível deles fazendo apologia à falta de educação.

Estamos começando uma nova era, que tem tudo para ser a mais vitoriosa da história do clube. Temos um excelente presidente eleito, um técnico fora de série, o melhor patrocínio do Brasil e um elenco cheio de grandes jogadores com contratos longos.

VAMOS VIVER ESTA NOVA ERA SENDO DIFERENTES. SENDO AQUELES QUE SABEM GANHAR, COMO SEMPRE SOUBEMOS.

O GIGANTE ADORMECIDO ESTÁ VOLTANDO.

Saudações Tricolores!

domingo, 28 de novembro de 2010

Não há vencedores


NA FOLHA DE S.PAULO DESTE DOMINGO 28\11\2010



Pode parecer repetitivo, mas é isso: uma solução para a segurança pública do Rio terá de passar pela garantia dos direitos dos cidadãos da favela



Dezenas de jovens pobres, negros, armados de fuzis, marcham em fuga, pelo meio do mato. Não se trata de uma marcha revolucionária, como a cena poderia sugerir em outro tempo e lugar.
Eles estão com armas nas mãos e as cabeças vazias. Não defendem ideologia. Não disputam o Estado. Não há sequer expectativa de vida.
Só conhecem a barbárie. A maioria não concluiu o ensino fundamental e sabe que vai morrer ou ser presa.
As imagens aéreas na TV, em tempo real, são terríveis: exibem pessoas que tanto podem matar como se tornar cadáveres a qualquer hora. A cena ocorre após a chegada das forças policiais do Estado à Vila Cruzeiro e ao Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro.
O ideal seria uma rendição, mas isso é difícil de acontecer. O risco de um banho de sangue, sim, é real, porque prevalece na segurança pública a lógica da guerra. O Estado cumpre, assim, o seu papel tradicional. Mas, ao final, não costuma haver vencedores.
Esse modelo de enfrentamento não parece eficaz. Prova disso é que, não faz tanto tempo assim, nesta mesma gestão do governo estadual, em 2007, no próprio Complexo do Alemão, a polícia entrou e matou 19. E eis que, agora, a polícia vê a necessidade de entrar na mesma favela de novo.
Tem sido assim no Brasil há tempos. Essa lógica da guerra prevalece no Brasil desde Canudos. E nunca proporcionou segurança de fato. Novas crises virão. E novas mortes. Até quando? Não vai ser um Dia D como esse agora anunciado que vai garantir a paz. Essa analogia à data histórica da 2ª Guerra Mundial não passa de fraude midiática.
Essa crise se explica, em parte, por uma concepção do papel da polícia que envolve o confronto armado com os bandos do varejo das drogas. Isso nunca vai acabar com o tráfico. Este existe em todo lugar, no mundo inteiro. E quem leva drogas e armas às favelas?
É preciso patrulhar a baía de Guanabara, portos, fronteiras, aeroportos clandestinos. O lucrativo negócio das armas e drogas é máfia internacional. Ingenuidade acreditar que confrontos armados nas favelas podem acabar com o crime organizado. Ter a polícia que mais mata e que mais morre no mundo não resolve.
Falta vontade política para valorizar e preparar os policiais para enfrentar o crime onde o crime se organiza -onde há poder e dinheiro. E, na origem da crise, há ainda a desigualdade. É a miséria que se apresenta como pano de fundo no zoom das câmeras de TV. Mas são os homens armados em fuga e o aparato bélico do Estado os protagonistas do impressionante espetáculo, em narrativa estruturada pelo viés maniqueísta da eterna “guerra” entre o bem e o mal.
Como o “inimigo” mora na favela, são seus moradores que sofrem os efeitos colaterais da “guerra”, enquanto a crise parece não afetar tanto assim a vida na zona sul, onde a ação da polícia se traduziu no aumento do policiamento preventivo. A violência é desigual.
É preciso construir mais do que só a solução tópica de uma crise episódica. Nem nas UPPs se providenciou ainda algo além da ação policial. Falta saúde, creche, escola, assistência social, lazer.
O poder público não recolhe o lixo nas áreas em que a polícia é instrumento de apartheid. Pode parecer repetitivo, mas é isso: uma solução para a segurança pública terá de passar pela garantia dos direitos básicos dos cidadãos da favela.
Da população das favelas, 99% são pessoas honestas que saem todo dia para trabalhar na fábrica, na rua, na nossa casa, para produzir trabalho, arte e vida. E essa gente -com as suas comunidades tornadas em praças de “guerra”- não consegue exercer sequer o direito de dormir em paz.
Quem dera houvesse, como nas favelas, só 1% de criminosos nos parlamentos e no Judiciário…

MARCELO FREIXO, professor de história, deputado estadual (PSOL-RJ), é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.




Minha opinião: A lucidez de Freixo é muito boa.
E note que, até agora, nenhum político foi preso pela operação policial.
Nem mesmo nenhum integrante das milícias que dominam os morros.
E o governador do Rio também não consegue dar uma explicação razoável para a mansão que possui.
Imaginar que o problema esteja naqueles pés-rapados que vimos em fuga é abusar da nossa ignorância.

sábado, 6 de novembro de 2010

Por Arnaldo Jabor


"Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim.
Como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:
- 'Ah, terminei o namoro...'
- 'Nossa, quanto tempo?'
- 'Cinco anos....
Mas não deu certo...acabou
'É não deu...?
Claro que deu!
Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam.
Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante...e se o beijo bate....se joga...se não bate...mais um Martini, por favor...e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.
Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós.
Morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte.
Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta.
É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar.
Ou se apaixonar.
Ou se culpar.
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil?"

sábado, 9 de outubro de 2010

Futebol

Compreendo aqueles que tanto criticam, aqueles cuja indiferença predomina, compreendo até mesmo aqueles que, com razão, justificam sua aversão pelo fato deste ser o ópio do povo, uma forma de controle social. Compreendo.
Ah, que forma de ser manipulado. Pois digo-lhes que se toda forma de controle do povo fosse como esta, seríamos ignorantes felizes e apaixonados, morrendo por um lado, porém vivíssimos e satisfeitos por outro.
A paixão pelo futebol é adolescente e infinita, não acaba, não nos deixa. Não se tranforma no amor chato e entediante, não cai na rotina, ela é e sempre será a maior paixão de um homem ligado ao suprassumo esportivo. Nos faz chorar, nos faz gritar, nos faz sorrir e, acima de tudo, nos faz esquecer, mesmo que durante apenas 90 minutos, de toda a dor e dificuldade presentes.
E que 90 minutos. Um tempo inesgotável, em que o ódio se transforma em êxtase pleno em menos de 5 segundos. É o tempo que para, são as luzes que acendem e focam única e simplesmente em você, pois é a ti que o combate é feito, é para sua satisfação e de mais ninguém. Guerreiros suam e se digladiam em sua homenagem, com toda sua raça e disposição. Pois neste mundo de fantasia e paixão, a hipocrisia não existe e o dinheiro torna-se apenas um coadjuvante.
Ah, que guerreiros, aqueles que não traem, aqueles que sentem, aqueles que choram. Lutam em poças, correm em desertos, escalam montanhas, pois é para ti, é para todos, é para que, no fim, possamos, debaixo de lágrimas e gritos ecoados, soltar o sonoro: É campeão!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Comer Rezar Amar

Perder o equilíbrio por amor, é sinal de uma vida equilibrada.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Medos

Muitos buscam por algo sem fazer ideia exatamente do que vão encontrar. Supervalorizam ou se apegam demais a tudo quando não vejo motivo algum a não ser por um grande orgulho, satisfação pessoal ou carência (falta de amor próprio). Tenho um exemplo que mostra bem o que eu disse nesse início e acho legal confessar: quando mais novo, sonhava em ser astrônomo quanto na verdade as portas da vida me abriram para as Ciências Contábeis.
Nada mal para quem leva a vida como um método de “partidas dobradas” (para todo um débito deverá haver um crédito) e os sentimentos como um “balanço patrimonial contábil” – mesmo sendo considerada a contabilidade uma ciência “social” e não “exata” – pois tudo na minha vida tem que fechar de forma lógica e racional. E nem sempre estou certo quanto a isso, pois sofro muito mais de forma “social” e “normal” do que “científica” quando encontro dificuldades na vida.
Antes soubesse, naquela época, que realmente não existe nada demais em tudo isso, ou mais ainda, soubesse que verdadeiramente não iria chegar a viver o que considerava um sonho, mas nem sempre temos aquilo que queremos.
A verdade é que: “desejos molhados” é uma coisa; e “necessidade de crescimento” é outra.
A velocidade me pegou de um jeito que eu não poderia prever. Junto a isso, o preparo também ficou longe do meu lado. Sem preparo, tudo fica ainda mais complexo. O que me impediria de construir um caminho suicida? Ou ainda mais, onde será que busquei a força necessária para conviver com tudo isso de forma a não me perder? Não sei, só sei que sei. Talvez a criação dada pela a minha mãe e a ausência do meu pai tenha sido fundamental e primordial para que o meu processo de amadurecimento tenha-se consumado através do profissionalismo precoce. O fato é que essa sedução e ganância por crescimento e maturidade precoce têm encontrando ao longo do tempo um escudo que eu não conseguia enxergar, mas que esteve sempre ali e que por ora eu venci e todo o impacto absorvido tenha gerado um efeito muito desagradável. Também sei que agora preciso vencer uma batalha épica interna com uma pessoa que amadureceu cedo demais dentro de mim e que pulou algumas etapas da ordem natural.
Acredito que praticamente todos os complexos humanos sejam causados pelo medo. O medo define muita coisa, prejudica imensamente qualquer ser humano. Hoje, por exemplo, nesse exato momento, tenho medo. Embora ninguém saiba, embora me vejam como uma pessoa segura, racional e centrada, o medo é algo presente em minha vida a todo instante. Lutar contra ele é como ou secar gelo na tentativa de dominar o mundo só com a racionalização. O medo não bate na porta, não avisa que está chegando e muito menos se retira quando solicitado. Enfrenta-se o medo com atitudes, arriscando e com o auto-conhecimento. E como todo processo, existe um marco zero, com a confissão do medo. Não tenho vergonha em tê-lo e dizê-lo, aliás, não compartilhar dele seria provavelmente prepotente e arrogante, tendo em vista tudo o que vem acontecendo em minha vida. Pleitear segurança e estabilidade emocional sem arriscar seria não apenas mentiroso, como covarde. E provavelmente o primeiro passo para a decepção.

Acho que esse texto seja apenas um desabafo solitário, uma forma de deixar claro para mim mesmo: não há relacionamento, dinheiro ou prazer suficiente para segurar minha estabilidade emocional. Pelo contrário, são esses os principais ingredientes para um desajuste, momentos perigosos e traiçoeiros quando não se há paz interior e inteligência emocional. Estou no início de tudo isso de forma mais clara e madura e somente agora percebo, mesmo que em menor escala, tudo que envolve o meu crescimento profissional e sentimental. E eu bem achava que seria fácil administrar tudo isso.
Do medo vem a angústia, a insegurança, o pânico do fracasso (algo que me acompanha ultimamente). Mas dentro do pacote também posso notar a vontade de provar pra mim mesmo de que sou capaz, embora, confesso novamente, algumas vezes chego a questionar de forma insegura essa capacidade através da baixa-estima. Um turbilhão de emoções, presente em qualquer indivíduo que tenha vivido uma vida de luta, muito trabalho e decepções amorosas, agora elevadas à milésima potência. Não posso dizer que tudo isso irá acabar, pois foi da boca de um ministrante que ouvi que não há ator e músico de verdade que não sinta nervosismo antes de entrar em cena, a não ser os arrogantes. Assumo meus medos, assumo minhas inseguranças e prometo pra mim mesmo que, seja qual for o desafio, jamais deixarei que esses sintomas controlem minha mente e corpo o suficiente para fazer com que eu não tenha a força para vencê-los.
A coragem e o compromisso hão de falar mais alto, sempre.


Marcus Vinicius